Às vezes, grandes descobertas da ciência acabam sendo muito mais simples do que parecem. É o caso do mais novo resultado obtido por pesquisadores do Institute of Materials Research and Engineering, em Cingapura. A partir de sal (sim, o tempero usado na cozinha!), eles esperam aumentar em até seis vezes a capacidade de armazenamento de um disco rígido.
Segundo o The News, o que eles conseguiram foi produzir um dispositivo de armazenamento magnético com uma densidade muito maior do que o convencional: 3,3 Tb/m². Para isso, o Dr. Joel Yang, responsável pela pesquisa, melhorou um processo de sua autoria que envolvia o uso de cloreto de sódio para aumentar consideravelmente o número de bits suportados em cada espaço de um disco rígido.
E isso não significa só um aumento na capacidade de armazenamento de dados de novos discos rígidos, mas também na tecnologia de fabricação. A ideia de Yang é que os HDs fabricados hoje que guardem até 1 TB, por exemplo, possam ser expandidos para 6 TB no futuro, apenas aplicando a nova tecnologia.
A ideia é que esse método diferenciado, que é bastante similar ao processo atual de fabricação desses produtos, possa ser implementado na indústria a partir de 2016. Melhor começar a economizar sal desde já
(Fonte da imagem: Divulgação Corsair)
Adiantando-se ao lançamento da futura nova plataforma da Intel, a Sandy Bridge E, a Corsair se tornou a primeira empresa no mercado de memórias a anunciar o lançamento de uma memória RAM quad channel, que poderá fazer uso da máxima performance da próxima geração de plataformas.
Mantendo o nome da sua série de memória de alto desempenho, a Dominator, o novo kit possui 32 GB, rodando a 1866 MHz. Os 32 GB são alcançados com 4 módulos de 8 GB cada, sendo que todos eles possuem os dissipadores DHX+. A memória opera a 1,5V e a temporização é 9-10-9-27.
Claro que um kit de alto padrão como esse não custaria pouco. Ele será lançado nos Estados Unidos a um preço inicial de US$ 999.
Considerados os processadores com maior frequência (clock mais potente), a linha AMD FX já começou a ser vendida para as lojas especializadas em equipamentos de informática nos Estados Unidos. Utilizando arquitetura Bulldozer, os chips FX contam com um recurso incrível: podem oferecer até oito núcleos de processamento para velocidades ainda mais altas na execução das tarefas.
O carro-chefe desta nova geração é o FX-8150, que oferece oito núcleos e clocks que podem chegar aos 4,2 GHz. Há ainda outros três modelos menos robustos, mas que também devem oferecer resultados impressionantes para os usuários. Confira agora um pouco mais sobre cada um dos novos processadores da AMD.
FX-8150: oito núcleos de 3,6 GHz (3,9 GHz Turbo; 4,2 GHz Max Turbo). Preço sugerido: 245 dólares.
FX-8120: oito núcleos de 3,1 GHz (3,4 GHz Turbo; 4,0 GHz Max Turbo). Preço sugerido: 205 dólares.
FX-6100: seis núcleos de 3,3 GHz (3,6 GHz Turbo; 3,9 GHz Max Turbo). Preço sugerido: 165 dólares.
FX-4100: quatro núcleos de 3,6 GHz (3,7 GHz Turbo; 3,8 GHz Max Turbo). Preço sugerido: 115 dólares.
Quando combinados com as placas gráficas mais recentes da AMD, os processadores FX criam um novo sistema chamado “Scorpius Platform”. Isso eleva as possibilidades gráficas e permite melhores resultados em conexões CrossFireX. Outra vantagem é relacionada ao Eyefinity, que pode conectar até seis monitores de uma vez.
Clima frio e boas condições de infraestrutura são atrativos que diminuem o custo da empresa com eletricidade.
(Fonte da imagem: The Wall Street Journal)
A notícia de que a Google vai abrir um centro de dados com valor de US$ 273 milhões na cidade de Hamina, na Finlândia, deixou a região esperançosa de que isso vá atrair outros grandes nomes da tecnologia ao local. Devido ao clima frio e aos baixos preços cobrados pela eletricidade, a Escandinávia tem se mostrado cada vez mais atrativa para esse tipo de investimento.
O centro de dados construído pela Google representa bem as mudanças ocorridas nos últimos anos na forma como as pessoas adquirem informação. O local da instalação costumava ser uma fábrica de papel, que viu seu lucro diminuído devido ao avanço dos meios digitais. Ironicamente, o complexo vai ajudar a gigante das buscas a ampliar ainda mais sua capacidade de oferecer serviços baseados na nuvem.
A combinação entre uma estrutura que precisava de poucos ajustes para funcionar corretamente e o clima frio da região foram os principais fatores que levaram a companhia a investir no local.
Economia de eletricidade
“Quando se constrói um centro de dados, há vários itens envolvidos. É preciso levar em conta o custo da terra, das construções e do equipamento dos servidores. Mas o que tem sido o foco principal nos últimos anos é o custo do resfriamento dos equipamentos”, afirmou Al Verney, porta-voz da Google Benelux ao Wall Street Journal.
Em 2010, a Google consumiu 2,25 terawatt-hora de eletricidade, quantidade semelhante ao que é gasto por 200 mil residências dos Estados Unidos. A maior parte da energia utilizada pela companhia foi empregada no resfriamento de equipamentos, razão pela qual regiões com climas frios se tornaram bastante atrativas para a companhia.
O centro de dados em Hamina vai utilizar um sistema de resfriamento que aproveita a água do mar para manter a temperatura dos servidores em níveis aceitáveis. Ao usar recursos do próprio meio-ambiente, a companhia corta gastos e pode oferecer serviços mais estáveis ao diminuir o risco de manutenções não planejadas devido ao superaquecimento de seus equipamentos.
Região atrativa
Outras cidades na região estão esperançosas de que outras empresas de tecnologia invistam no local e substituam velhas indústrias que já não se mostram lucrativas. A agência governamental Invest Sweden publicou uma lista com informações detalhadas sobre 50 locais ideias para a construção de centros de dados. Entre elas está um abrigo subterrâneo contra ataques aéreos e a antiga fábrica de impressão do maior jornal da Suécia.
Além de oferecer um clima ideal para a manutenção de equipamentos, a área se destaca por oferecer estabilidade política e uma boa estrutura de fibra ótica. Além disso, a proximidade de países como a Rússia é estratégica para o crescimento do setor de internet, que vê na região uma ótima oportunidade de investimento.
Kindle Fire tem tela de 7 polegadas e conexão Wi-Fi (Foto: Shannon Stapleton/Reuters/G1)
Nesta quarta-feira (28), a Amazon revelou o tablet concorrente do iPad, o Kindle Fire, que custa US$ 200. O modelo do aparelho que será vendido por este preço terá tela de 7 polegadas, conexão Wi-Fi e roda o sistema operacional Android, do Google.
O tablet começará a ser vendido no dia 15 de novembro.
O modelo mais barato do iPad, da Apple, custa US$ 500 nos Estados Unidos, mas tem tela de 9,7 polegadas. No Brasil, o tablet custa R$ 1.650 o modelo mais barato.
O tablet da Amazon tem tela sensível ao toque, processador dual-core e conexão Wi-Fi para baixar conteúdo da web. No entanto, ele não possui câmera, microfone e conexão 3G, o que permitiria acessar a internet em qualquer local. Seu peso é de cerca de 400 gramas – o iPad 2 apenas com conexão Wi-Fi tem 601 gramas.
A Amazon criou uma versão própria do sistema Android para deixá-lo mais fácil de usar pelos usuários do novo tablet. Ele promete apresentar o conteúdo de revistas, livros, filmes, jogos e aplicativos de modo mais ágil do que o visto em versões tradicionais do Android.
O usuário poderá comprar livros, filmes e músicas por meio da Kindle Store, da Android Appstore, Amazon MP3 e Prime Instant Video. O Kindle Fire terá acesso a mais de 100 mil filmes e seriados de TV, 17 milhões de músicas em MP3, além do acesso às lojas de aplicativos. Serviços de conteúdo na nuvem da empresa também estarão disponíveis no Kindle Fire como o Amazon Cloud Player, Amazon Cloud Drive e Kindle Cloud Reader. Todo o conteúdo do Kindle Fire poderá ser armazenado na Amazon Cloud.
O Kindle Fire não terá conexão com o computador, feita normalmente com um cabo. Em vez disso, as atualizações de conteúdo serão feitas automaticamente pela internet, utilizando uma rede sem fio.
O navegador do tablet, chamado Amazon Silk, carrega as páginas mais rápidas pois “antecipa” sites que o usuário costuma visitar, armazenando os dados na memória do aparelho. Os dados do site acessado ficam armazenados na nuvem da Amazon e, quando é acessado novamente, permite um carregamento mais rápido. A empresa afirma que em vez de carregar uma página em 100 milissegundos, o site é carregado em 5 milissegundos.
Aplicativos como Facebook, Twitter e o Netflix, para filmes sob demanda, estarão disponíveis para download gratuito por meio da loja virtual da Amazon.
A Amazon afirma que uma versão do Kindle Fire com tela sensível ao toque de 10 polegadas pode chegar ao mercado em 2012.
A Amazon também revelou um novo modelo do seu leitor digital, chamado Kindle Touch, que custa US$ 100. O novo aparelho vem com uma tela com tecnologia de papel digital (e-ink) sensível ao toque e sem teclado, diferentemente das versões anteriores. Conforme Jeff Bezos, CEO da Amazon, o dispositivo é menor e mais leve e apresenta apenas conteúdo em preto e branco.
O Kindle Touch também terá versão com conexão 3G, que custará US$ 150. Os vendas dos dois leitores digitais começam em novembro, mas a Amazon começa a pré-venda dos aparelhos nesta quarta-feira.
A companhia lançou também um novo leitor digital Kindle, 18% menor que a terceira geração do aparelho, sem teclado e tela sensível ao toque, com botões e um direcional digital, que custará US$ 80.
Seis novos aparelhos são apresentados pela KDDI, a segunda maior operadora móvel do Japão. Com o sistema operacional Android, sendo o mais interessante deles este lançamento da Fujitsu-Toshiba, o Arrows Z ISW11F.
Muito provavelmente esse modelo não vai romper as fronteiras asiáticas, mas é sempre válido saber as características dos modelos que estão sendo lançados na Ásia.
O Arrows Z ISW11F da Fujitsu-Toshiba vem com sistema operacional Android 2.3.5 (Gingerbread) e uma tela de LCD de 4.3 polegadas, com ótima resolução de 1280 x 720 pixels, ideal para a reprodução de jogos e vídeos em HD.
Um dos destaques desse modelo é a conectividade WiMax, habilitada como principal opção de conectividade à web. Além disso, o smartphone possui WiFi 802.11 b/g/n, com possibilidade de tethering (usando-o como 'roteador'). E para os usuários que gostam de usar o celular próximo à piscina, o Arrows Z ISW11F é completamente à prova d'água.
O modelo possui uma câmera traseira de generosos 13 megapixels CMOS, com lente Exmor R e gravação de vídeos em 1080p, bem como uma câmera frontal de 1.3 megapixels, para comunicação via vídeochamadas. Seu processador é um TI OMAP4330 dual-core, de 1.2 GHz, e vem também com 1 GB de RAM e 8 GB de ROM.
Há uma interface HDMI para reproduzir vídeos em HDTVs, slot para cartões microSDHC de até 32 GB, porta microUSB, Bluetooth 2.1, infravermelho e função e-wallet, para pagamentos pelo dispositivo, bem como um sintonizador de TV digital.
Com 64 x 128 x 10,1 milímetros, e peso de 131g, a KDDI planeja lançar o smartphone ao mercado japonês em novembro, mas seu preço ainda não foi anunciado.
A SanDisk anunciou uma atualização em massa em seus dispositivos microSD, e de quebra a empresa revelou a chegada do cartão SanDisk Mobile Ultra 64GB microSDXC - que como o nome já diz, tem a capacidade de armazenar até 64GB de dados (quase a capacidade de um HD em um dispositivo micro).
Este não é o primeiro dispositivo microSD anunciado com esta capacidade. A Kingmax já havia anunciado um produto semelhante anteriormente. Entretanto, este será o primeiro a ser disponibilizado no mercado por um valor de US$ 219,99. Incompatibilidade à vista
O novo cartão utiliza o formato SDXC, que foi anunciado em 2009 e oferece velocidade superior de transferências, com capacidades de até 300 MB por segundo. No entanto, nenhuma fabricante de dispositivos móveis lançou suporte ao novo formato. A grande maioria aceita variantes do SDHC, que oferecem uma menor capacidade de armazenamento; e o SDXC poderá, no futuro, armazenar até 2 TB de dados, de acordo com informações das fabricantes.
A boa notícia é que podemos nos maravilhar com a tecnologia, já que ela mais uma vez impressionou. Armazenar 64GB em um dispositivo tão pequeno, de 15x11x1.0mm, não é para qualquer um. Afinal, será possível transformar o seu celular, smartphone ou qualquer aparelho que suporte o formato em praticamente um HD.